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Vocabulario Yoruba

Posted by Bianca de Oya Ode on 4 Ee enero Ee 2011 a las 1:33

Vocabulário

A

• ÀÁRÒ ÀNÁ:- ontem de manhã;

• ÀÁRÒ:- de manhã;

• ABEBÉ:- leque ritual portado pelas Yabás, Orixás fem. e pela Iyalodê, simboliza o poder genitor feminino;

• ABIÃ:- fiel que passou pelo ritual da lavagem de contas, já estando vinculado ao Templo, mas ainda sem a iniciação definitiva. Significa: “aquele que está por nascer”;

• ABÔ:- líquido que contém folhas maceradas, além de outros ingredientes. Serve p/ banhar os fiéis, descarregando-os;

• ÀBÚRÒ:- Irmão mais novo / irmã mais nova;

• ÀDÁ:- Facão;

• ADÊ:- Coroa. Usada pelas Yabás e alguns outros Orixás. Há o adê-Xangô que é em forma de cone, simbolizando o crescimento e o adê-Baiany todo enfeitado com búzios, pertencente a irmã de Xangô;

• ADIÉ:- galinha;

• ADJÁ:- campainha ritual, espécie de sineta que invoca os Orixás e propicia o transe;

• ADÔ-IRAN:- cabaça que Olorun entregou a Exu, delegando poder a este, contém a força que se propaga, sendo um dos principais emblemas de Exu;

• ADORIN:- 70;

• ADORUN:- 90;

• ADOTA:- 50;

• ADOSU:- termo genérico que designa os iniciados. Literalmente, é “aquele que carrega osu”, pequeno cone de certa massa posto na cabeça do noviço durante os ritos de iniciação;

• AFOSÉ:- cortejo carnavalesco pertencente à tradição Nagô;

• AFONDAGBÉA:- Bom Dia; (?)

• ÀGA:- Cadeira;

• ÀGBÀ:- Velho/velha;

• AGBÈ SÈKÈRÈ:- Cabaça (inteira e revestida por uma rede de malha, instrumento musical;

• AGEMO:- Julho;

• AGÔ:- com licença;

• AGOGÔ:- instrumento musical constituído de campânula dupla de metal, percutida por uma haste de madeira ou de ferro; sino;

• AGO LONAN:- com licença no caminho;

• AGO MELO?:- Que horas são?;

• AGO:- com licença;

• AIYÊ:- mundo de vida individualizada; compreende o universo físico concreto e a vida de todos os seres naturais que o habitam;

• AJA:- cachorro;

• AJAPÁ:- cágado, animal ligado a Xangô;

• AJÉ:- feiticeira, uma das designações das Iyá Mi, ancestres femininos, poderosa feiticeira;

• AJÊ:- riqueza;

• AJÊ SALUGA:- Orixá da riqueza, é o brilho que cega das ondas do mar, é tido como uma qualidade de Yemojá a mais jovem, não pega a cabeça de ninguém;

• AJOIYÊ:- fiéis e Omo Orixás detentores de títulos e funções especiais; na tradição Ketú, termo dado também àquela que cuida de tudo que concerne ao Orixá, pelo qual fora apontada e confirmada, o mesmo que EKEJI na tradição Gêge;

• ÀKÀRÀ:- Bolo;

• AKASÁ:- comida ritual feita à base de milho branco moído, cosido em ponto de corte. Normalmente servido e enrolado em folha de bananeira. É o pão dos Orixás, pode ser servido, acompanhando todas as comidas oferecidas a todos os Orixás;

• ÀKÈRÈGBÈ:- Cabaça (inteira);

• AKIN OSO:- mago poderoso, homem bravo dotado de grande poder sobrenatural;

• AKOKÔ:- Árvore sagrada, Igui owo, árvore do dinheiro;

• AKÚ:- mortos;

• ÀKÙKO:- Galo;

• ALÀ:- grande pano branco, símbolo de OSALÁ, estendido em certas ocasiões para servir de cobertura aos Orixás e aos seus fiéis;

• ALAGBE:- sacerdote encarregado pela orquestra ritualística;

• ALAKETÚ:- título oficial do Rei de Ketú;

• ALÉKÈSI:- Aroeira;

• ALUÁ:- bebida fermentada feita a base de milho torrado, outros cereais, frutas; gengibre e adoçado com rapadura. É a bebida dos Orixás;

• ÀLÙBÓSÀ:- cebola;

• ÁPÁÓKÁ:- Jaqueira;

• APERÊ:- banco pelo qual o iniciado tem sua cabeça raspada, no momento culminante de sua iniciação; (utilizado em certas tradições);

• ARA:- corpo;

• ARAKOLÊ:- insígnia de YEWÁ, instrumento mágico que tem o poder de cegar os inimigos;

• ARA-ORUN:- habitante do Orun, seres ou entidades sobrenaturais;

• ÀRÍWÁ:- Norte;

• ARIWO:- Barulho;

• ARUN:- Cinco;

• ASIWAJU:- título do Orixá OGUN, “aquele que toma a frente, o desbravador”;

• ASSOGBÁ:- sacerdote responsável pelo culto aos Orixás da terra, o responsável pelas cabaças e todos os artefatos ligados aos Orixás desta família; tem grande importância também no Ipadê ESÚ;

• ÁSÉ:- nós realizamos;

• ASESÊ:- cerimônia fúnebre;

• ASO:- Roupa;

• ASOGUN:- sacerdote responsável pelo sacrifício dos animais;

• ASO ÌMÚRÒDE:- Roupa de festa;

• ATAKAN:- tipo de “soutien”, peça da indumentária feminina;

• ÁTARE:- pimenta da costa;

• ATE:- Boné;

• ATI:- e;

• AWO:- segredo, mistério;

• AWO DÚDÚ:- Preto;

• AWO EÉRÚ:- Cinza;

• AWO EWÉ:- Verde;

• AWO FUNFUN:- Branco;

• AWO OJÚ ÒRUN:- Azul;

• AWO OMI OSÀN:- Laranja;

• AWO PÁKÓ:- Marrom;

• AWO PUPA BI ÈJÈ:- Vermelho;

• AWO PUPA RUSURUSU:- Amarelo; (As cores em Yoruba são comparadas com cores de objetos);

• AYA:- Esposa;

• AYÒ:- Alegria/Felicidade;

B

• BABÁ:- pai;

• BABA BABA:- Avô;

• BABÁ EGUN:- ancestrais masculinos;

• BABÁ IGBONAN:- pai da quentura, atributo de OBALUAIYÊ;

• BABÁLAWÔ:- Sacerdote de IFÁ, literalmente é o Pai dono do segredo; Senhor da sabedoria e da adivinhação; adivinho;

• BABÁLORISÁ:- autoridade máxima em um Templo é o responsável pela iniciação de outros sacerdotes, que passam a serem considerados seus filhos;

• BABÁLOSSAIYN:- sacerdote consagrado a OSSAIN, responsável pela coleta das ervas, no emprego ritual e medicinal delas;

• BALUWÈ:- Prisão onde ÒSÀLÁ fica (nas Águas de ÒSÀLÁ;) e local dos banhos de purificação;

• BARCO:- grupo de noviços iniciados em conjunto;

• BATA:- sapato;

• BÉÈKÓ:- Não;

• BÉÈNI:- Sim;

• BELU:- Novembro;

• BOLA:- nome próprio; criança que nasceu quando o pai ficou rico;

• BORI:- textualmente “adorar, festejar a cabeça”, o termo refere-se a uma cerimônia de caráter fechado, na qual o ORI (cabeça) do fiel é fortificado periodicamente;

• BRAJÁ:- par de longos colares feitos de fieiras de búzios, usados a tiracolo e cruzados no peito e nas costas. Liga-se em especial aos Orixás OMOLÚ, NANÃ, OSUMARÊ e OSALÁ;

C

• CAMARINHA:- termo usado na Umbanda e na Tradição Angola, significa o mesmo que ILÊ AWÔ;

• CARREGO:- restos de comidas ou outros materiais litúrgicos que são despachados, isto é postos fora ritualmente; também se refere a tudo que pertencerá a alguém que tenha vindo a falecer;

• CUIA do ÌPÀDÉ:- cabaça com o corte ao comprido serve para colher o material de oferecimento ou as águas do banho de folhas maceradas;

D

• DADA NI A DUPE:- Tudo bem, obrigado;

• DOGBÈ:- Boa noite;

• DÙBÚLÈ:- Deitar;

• DUPÉ:- fórmula de agradecimento. Diz-se: MO DUPÉ (Eu agradeço), ou ainda A DUPÈ (nós agradecemos);

• DURO DIE:- espera um pouco;

• DÛRU:- piano;

E

• ÈBÀ:- Pirão de mandioca;

• EBIBI:- Maio;

• EBÓ:- oferenda ou trabalho ritual;

• EBÔ:- milho branco cosido, comida de OSALÁ;

• EDE:- camarão;

• EDUN-ARÁ:- pequeno meteorito, símbolo de SANGÔ. O mesmo que pedra de raio;

• EEDOGUN:- 15;

• EFA:- Seis;

• EGBÈ:- nome genérico dado as comunidades aglutinadas nos terreiros da tradição Ketu/Nagô;

• EGBOMI:- sacerdote com mais de sete anos de iniciação e que cumpriu com a sua chamada “obrigação de Sete anos – ODÚ-IGÊ; cerimônia que confere ao iniciado a condição de: tem o direito a ocupar cargos e funções especiais dentro do terreiro;

• EGUN:- Nome genérico dado aos espíritos dos antepassados, cultuados em certas ocasiões nos candomblés, ou mais especialmente em terreiros com esta única finalidade, os chamados terreiros “Lesse-Egun”, que organizam um culto paralelo ao dos ORISÁS. Seus sacerdotes, os chamados OJÉS, recebem outro tipo de iniciação. Este culto é vedado às mulheres!

• EJA:- Sete;

• EJA:- Peixe;

• ÈJÈ:- Sangue;

• EJI:- Dois;

• EJIDILOGUN:- 18;

• EJILA:- 12;

• EJO:- Oito;

• EJÒ:- Cobra;

• E JÒWÒ:- Por favor;

• E KÁÀBÒ:- Bem – vindo;

• E KÁALÉ:- Boa noite;

• E KÁÀRÓ:- Bom dia;

• E KÁÀSÁN:- Boa tarde;

• E KABO:- bem vindo;

• E KALE:- boa noite;

• E KÂRO:- bom dia;

• E KASAN:- boa tarde;

• EKÉDJI:- Filhas encarregadas de cuidar dos Orisás quando incorporados, paramentando-os, amparando seus filhos, provendo suas festas;

• ÈKO:- Pudim de amido de milho branco (akaça);

• EKODIDÉ:- Pena vermelha de certo papagaio africano, amarrada à testa dos YÀWÓS, durante a iniciação. Segundo alguns mitos, é símbolo de fertilidade;

• E KU IROLE:- Boa tarde (após as 16 horas);

• E KULE?:- como vai?

• E KUROLE:- boa tarde - após as 16h;

• ELÉBÓ:- Senhor das Oferendas, atributo de ESÚ;

• ELEDÀ:- Senhor dos seres viventes, termo que se refere a determinado Orisá assemelhando-o à condição de Anjo da Guarda de uma pessoa;

• ELEDE:- porco;

• ELEGBARÁ:- Senhor do Poder, atributo de ESÚ;

• ELÉJÓ:- Falador;

• ELERU:- Senhor do carrego ritual, atributo de ESÚ;

• EMI:- Hálito, respiração, sopro. Refere-se também ao sopro divino, elemento que dá a vida, princípio da existência genérica;

• EMO:- algo ilusório; truque; susto;

• ENÍ:- Esteira;

• ENU:- Boca;

• EPO:- azeite;

• EPO PUPA: azeite vermelho (dendê;);

• ERAN:- carne;

• ERÊ:- divindades infantis que acompanham cada Orisá, também são manifestadas pela possessão;

• ERÈÉ:- Feijão;

• ERÉLE:- Fevereiro;

• ERÈNÀ:- Março;

• ERIN:- Quatro;

• ERINDILOGUN:- 16. Também é o conjunto de dezesseis búzios usados para a adivinhação;

• ERINLA:- 14;

• ERUKERÊ:- paramento de OSOOSI, espécie de cetro do qual pendem pêlos de rabo de touro;

• ÉSÀ:- Culto aos mortos;

• ESAN:- Nove;

• ESÈ:- Pé;

• E SE PUPO:- Muito obrigado;

• ESÚ:- Orisá patrono do movimento, da expansão, do desenvolvimento. Diz a tradição Nagô que cada ser e cada coisa têm o seu ESÚ particular, sem ele todo o sistema de seres e coisas estariam paralisados. ESÚ constitui o princípio da existência individualizada. É o principal responsável pela interação entre o Céu e a Terra, sendo considerado o mensageiro dos demais Orisás. ESÚ rege a ereção do membro masculino, a ejaculação que irá fecundar o óvulo e com isto criar novamente a vida. Ele também é representado na espiral, significando mais uma vez o movimento e o crescimento infinito;

• ETA:- Três;

• ETADILOGUN:- 17;

• ETALA:- 13;

• ETÍ ÒKUN:- Praia;

• EWA:- 10;

• EWE:- folha;

• EWE DUNDUN:- folha da costa;

• EWE LARA:- folha de mamona;

• EWE RENREN:- alfavaca;

• EWÓ:- proibido; interdições genéricas, determinadas por Orisá ou mesmo por caminhos de Odú;

• ÈWÚ:- Camisa;

• EWURE:- cabra;

• EYELE:- pássaro; pombo;

• EYO OWO:- moeda;

F

• FÁ:- Raspar;

• FÁRÍ:- Raspar cabeça;

• FERESE:- janela;

• FILÁ:- barrete que compõe certas vestimentas cerimoniais masculinas;

• FILHO de SANTO:- Designação genérica dos fiéis vinculados a um terreiro, iniciados ou não;

G

• GBÀ:- Pegar;

• GBÀDÚRÀ:- Rezar;

• GBAGUDA:- mandioca;

• GBÓ:- Compreender;

• GBOGBO:- Todos/as;

• GELE- pano; lenço para cabeça;

• GOBI:- turbante;

• GUELEDÉ:- antiga sociedade nagô dedicada ao culto aos ancestrais femininos;

• GÚGÚRÚ:- Pipoca;

• GÚSÙ:- Sul;

I

• IANLÉ:- designação geral das comidas rituais;

• IBI ÌFOSO:- Quintal;

• IBIRI:- Paramento de NANÃ, feito com fibras de palmeiras atadas; quando o Orisá dança com o IBIRI, embala-o como se fosse um bebê;

• IBÓ:- assentamento de Egun, composto de um alguidar contendo um prato pequeno e fundo coberto por um prato raso;

• IDAN:- magia plena;

• IDÉ:- bronze; pulseiras de bronze ou outros metais;

• ÌDÍ:- Nádega;

• IDOBALE:- deitar; prostar-se; reverenciar;

• ÌFÚNPÁ:- Contra – egun;

• IBEJI:- Divindades gêmeas infantis;

• IEROSSUN:- pó amarelo de origem vegetal, usado especialmente nas adivinhações de IFÁ;

• IGBÁ:- Cabaça. (cortada em forma de cuia); Refere-se ainda a certos formatos de assentamentos;

• IGBADÚ:- Cabaça consagrada que representa o Universo, sua metade inferior simboliza a Terra e a energia ancestral feminina e a parte superior representa o Céu e a energia ancestral masculina;

• ÌGBÁJE:- Cabaça cortada em forma de prato;

• IGBAKETÁ:- Título de ESÚ, textualmente “a 3ª. Cabaça”, o 3º. Elemento;

• IGBALE:- vassoura; varrer;

• IGBAORI:- assentamento onde está representado o ORÍ, a cabeça do noviço;

• IGBÁSÉ:- a cuia do ASÉ entregue ao IYAWÔ, depois de cumprir com suas obrigações de: 1; 3 e 7 anos de iniciação, o que marca sua passagem à categoria de EGBOMI; sendo que ele passa a ser um Zelador de Orisá como também abrir seu Templo para ter seus filhos de asé; (cortada acima do meio, vasilha com tampa) ou cuia do Àse;

• IGBE:- Abril;

• ÌGBÉYÀWÓ:- Casamento;

• IGBI:- tipo de caracol associado ao culto a OSALÁ;

• IGBÓ:- Mata onde estão algumas plantas e Árvores;

• IGI:- árvore; palmeira;

• IGI-ÒPÈ:- certa palmeira sagrada (dendezeiro);

• IJESÁ:- Etnia africana originária de países com tradição Ioruba. Seus descendentes fixaram o chamado rito IJESÁ, aparentado da tradição Nagô – Ketú. Dá-se ainda o mesmo nome a determinados ritmos tocados nos candomblés e Afosés;

• IJI:- nome genérico dado aos iniciados para OMOLÚ nas casas Nagô – Ketú;

• IJOKO:- Assento;

• ÒKIKÀ:- Cajazeira;

• IKIN: - semente;

• IKÔ:- ráfia africana obtida das folhas novas da palmeira IGUI-OGORÓ, utilizada na confecção das vestimentas rituais de OMOLÚ e de outros adereços e utensílios. O mesmo que palha da costa;

• IKOKO- alguidar;

• ÌKÚ:- Morte. Divindade masculina;

• ILÁ:- Quiabo;

• ÌLÀ OÒRÙN:- Leste;

• ILÉ:- terra; chão;

• ILÊ:- Casa; por extensão, casa de culto; terreiro;

• ILÊ AWÔ:- cômodo da casa de Orisá destinado à reclusão dos noviços , durante o período de iniciação, literalmente quarto do segredo;

• ILÊ IBÓ:- construção à parte num terreiro, local onde são cultuados os antepassados; diz-se também “Ile Ibó Aku” (casa de adoração aos mortos);

• ILE ÌDÁNÁ:- Cozinha;

• ILÉ IFÉ:- Lugar mítico de origem do povo Nagô;

• ILE ÌGBÉ:- Toalete;

• ILE OLÓRUN:- Igreja;

• ILE ONJE:- Sala de jantar;

• ILÊ ORISÁ:- cômodo onde ficam grupos de assentamentos de alguns orisás, o mesmo que quarto de santo;

• ILU: - país;

• IMÚ:- Nariz;

• INA:- fogo, aquele que aquece que ilumina;

• INKISE:- divindades dos candomblés Angola – Congo correspondente aos Orisás;

• ÌRÓ ASO:- Saia;

• IROKO:- Árvore Sagrada, Orisá pertencente à família de OMOLÚ e NANÃ; em alguns templos, ele não é considerado como um Orisá;

• IRUN:- Cabelo;

• IPADÊ:- literalmente “reunião, encontro”. Designa certa cerimônia propiciatória celebrada antes do início dos rituais públicos. No Ipadê são invocados ESÚ, os Orisás e os ancestrais masc. e fem., tido como um ritual extremamente perigoso, por envolver energias poderosas; o Ipadê só é assistido pelos iniciados do terreiro, ou visitantes especiais;

• ISU:- Inhame;

• ITAN:- narrativa ligada aos Odús e Orisás, transmitida pela tradição oral;

• IWÁ:- princípio da existência genérica;

• IWE:- livro (IWE KAN= Um livro);

• IWIN:- nome genérico dado aos iniciados para OSALÁ nas tradições Nagô – Ketú;

• ÌWÒ OÒRÙN:- Oeste;

• IYA:- mãe;

• IYABÁ:- Rainha; nome que se dá aos Orisás ÓSÙN e YEMOJÁ;

• IYA-EFUN:- cargo da casa de OSALÁ, sacerdotisa encarregada pela pintura ritual dos iniciados – EFUN espécie de giz;

• IYA IYA:- Avó;

• IYALASÉ: - Título que pode ser acumulado pela IYALORISÁ ou raramente, por outra sacerdotisa do templo, pelo qual é designada a guardiã do ASÈ da casa;

• IYALODE:- título honorífico feminino ligado ao culto aos antepassados;

• IYALORISÁ:- autoridade máxima em um Templo é o responsável pela iniciação de outros sacerdotes, que passam a serem considerados seus filhos;

• IYANSAN:- nome derivado da expressão “IYA MESSAN ORUN” (mãe dos nove céus), atributo de OYÁ;

• IYA MI:- literalmente, “minha mãe”. Designação genérica de ancestrais femininas cujo principal símbolo é o ovo, sendo cultuadas especialmente pelas sociedades Gueledé e Egbé Elekô, são tidas como poderosas feiticeiras;

• IYA MI OSORONGA:- Poderosa ancestral que é cultuada e invocada nos terreiros durante a cerimônia do IPADÊ;

• IYA MI OWON:- Minha cara mãe;

• IYA MORO:- Sacerdotisa da casa de OMOLÚ e encarregada de conduzir a cerimônia do IPADÊ;

• IYANRÌN:- Areia;

• ÌYÀRÍ:- Pente;

• IYAWÔ:- condição dos iniciados que ainda não atingiram o grau de senioridade, conseguido após completar suas obrigações aos sete anos, por meio de cerimônia ritual;

• IYEWÀ:- Orisá guerreira da família de Omolú, associada às águas, à beleza e patrona do sentido da Visão;

• IYÒ:- Sal;

• IZÔ:- Fogo, aquele que destrói incontrolável, incêndio;

J

• JAGUNJAGUN:- guerreiro;

• JEUN:- Comer;

• JI:- acordar;

• JOKO:- sentar;

K

• KABA:- Vestido;

• KAN:- um; quebrou;

• KEKERÊ:- pequeno (a);

• KETÚ:- Cidade do antigo território Ioruba, localizada a leste do Benim. Desta região chegaram ao Brasil os responsáveis pela tradição religiosa denominada Nagô Ketú, ou simplesmente KETÚ, uma das mais destacadas nações de candomblé;

• KÒ:- não;

• KOKORO:- chave;

• KOLEKOLE:- quadrilha armada;

• KÓÒTÚ:- Terno;

• KOROBA:- balde;

• KOUABO – bem-vindo;

• KÚ:- morrer;

• KUN:- cheio;

• KUNAWO– obrigado;

L

• LABALABA:- borboleta;

• LAGDIBÁ:- tipo de colar que representa OMOLÚ;

• LAVAGEM de CONTAS:- cerimônia que vincula o fiel a determinado Templo, a mais simples na escala iniciática;

• LORI:- sobre; em cima;

M

• MACOTA:- corresponde nos candomblés de nação Angola – Congo à EKÉDJI da tradição GÊGE;

• MARIWÔ:- broto da palma do dendezeiro. Uma vez desfiado, o mariwô adorna a vestimenta de OGUN, a quem representa, podendo enfeitar outros Orisás. Encimando as soleiras das portas, o mariwô identifica quais os aposentos sagrados da casa de Orisás;

• MOKAN:- espécie de colar feito com palha da costa trançada, usado pelos iyawôs;

• MOTO:- carro;

N

• NABIWÈ: – Quanto custa este produto?

• NAÇÃO:- termo que designa os diferentes ritos de candomblé, de acordo com sua origem africana;

• NAGÔ:- termo que no Brasil denomina todos os grupos africanos que tinham em comum o idioma Ioruba;

• NAGÔ-KETÚ:- subgrupo Nagô proveniente da região de Ketú, cidade do atual Benim, antigo Daomé. O termo refere-se especialmente ao rito Nagô- Ketú, ou simplesmente Ketú, importante nação do candomblé;

• NANÃ:- Orisá associada aos primórdios da criação, ligada á terra, à lama, às águas profundas. Segundo alguns mitos, é esposa de OSALÁ. NANÃ é a mais velha das IYABÁS e dança muitas vezes como se estivesse embalando uma criança nos braços;

• NI:- ser;

O

• OBÁ:- Rei. Atributo de alguns orisás, em especial de SANGÔ. Igual termo com pequenas variações em sua pronúncia Ioruba refere-se também a uma IYABÁ guerreira, associada à água e à cor vermelha. OBA é uma das esposas de SANGÔ;

• OBALUAIYÊ:- Orisá ligado ao Sol, a terra, ao calor. Governa a saúde e as doenças, em especial àquelas que se manifestam na pele, como a varíola, e as epidemias de um modo geral, como também as DSTs. É o Patrono dos búzios;

• OBATALÁ:- outro nome de OSALÁ;

• OBÉ:- faca; punhal. Pertence a OGUN e ESÚ;

• OBÉ-FARI:- navalha, instrumento usado nos rituais de iniciação;

• OBI:- (cola-accuminatta) - fruto africano largamente empregado nos cultos, como alimento, oferenda e instrumento divinatório; é a matéria-prima, do xarope da Coca-Cola;

• OBÌNRIN:- Mulher;

• ÒBÒ:- Vagina;

• OBO:- corda;

• OBO:- macaco;

• OBRIGAÇÃO:- nome genérico dado a cerimônias rituais ou oferendas;

• OBUKÓ:- bode;

• O DÀÁRÒ:- Boa noite (despedida);

• ODABO:- tchau;

• O DABO:- Até logo;

• ODAN:- bode castrado;

• ODARA:- Bom, agradável, belo. Também usado como um dos títulos de ESÚ;

• ODÉ:- Caçador. Tido em algumas tradições como Orisá ligado a OSOOSI;

• O DI ALE:- Até a noite;

• ODI AARO:- até amanhã;

• ODIGBA:- adeus;

• ODI IROLÉ:- até mais tarde – após as 16h;

• O DI OLA:- Até amanhã;

• O DI OSAN:- Até a tarde;

• O DI OSE TOMBO:- Até a semana que vem;

• ODI OTUN LÁ:- até depois de amanhã;

• ODÚ:- cada um dos 256 signos do Oráculo de IFÁ; caminho; destino;

• ODÓ:- Pilão;

• ÒDÒDÓ:- Flores;

• ÒDÚNDÚN:- saião, folha da costa;

• OFÓ:- fórmulas recitadas para encantamentos;

• ÒFÓFÓ:- Fofoca;

• OFURUFU:- O sopro divino;

• OGAN:- iniciados masculinos que desempenham funções administrativas ou religiosas. Não incorporam orisá;

• OGBÓ:- rama de leite (folha);

• OGBON:- 30;

• OGÓ:- Cetro de ESÚ;

• OGOJI:- 40;

• OGORIN:- 80;

• OGORUN:- 100;

• OGOTA:- 60;

• OGUN:- 20;

• OGUN:- Agosto;

• OGUN:- Orisá guerreiro, patrono do ferro e da tecnologia; tem a função ASSIWAJÚ – “aquele que toma a frente”;

• OJÁ:- tira de tecido usado como turbante; como adorno de assentamentos de orisás ou árvores sagradas;

- OJIJI:- sombra;

• OJÓ ÀBÁMÉTA:- Sábado;

• OJÓ ÀÌKÚ:- Domingo;

• OJÓ AJÉ:- Segunda – feira;

• OJÓ ETÌ:- Sexta – feira;

• OJÓ ÌSÉGUN:- Terça – feira;

• OJÓ:- o dia;

• OJÓBÒ:- Quinta - feira;

• OJÓRÚ:- Quarta – feira;

• OJÚ:- Olho;

• OJUBÓ:- locais coletivos de adoração, aonde são invocadas as forças que regem o aiyê, os Orixás e em separado os ancestrais. É o chamado assentamento coletivo (Orixá da casa);

• OKANDILOGUN:- 19;

• OKITI OGAN:- formigueiro;

• OKO:- Marido;

• OKÓ:- Pênis;

• ÒKÓ:- canoa;

• ÓKÓ:- enchada;

• ÒKÒ:- lança;

• OKOTÔ:- tipo de caracol associado a ESÚ;

• ÒKÚ:- cadáver;

• OKUDU:- Junho;

• OKUN:- mar;

• ÒKÚ ÒRUN:- espírito dos mortos;

• OKUTA:- pedra;

• OLÉ:- Ladrão;

• OLÉ OKO:- ladrão de fazenda;

• OLODUMARÊ:- outro nome de Olorun, o Deus supremo;

• OLOGBO:- gato;

• OLORUN:- literalmente “o dono do céu”, o espaço sagrado. Senhor do universo e de tudo o que vive Deus supremo;

• OLUKO:- professor;

• OLUWÔ:- sacerdote de IFÁ, divindade da Sabedoria e da adivinhação;

• OMI:- água;

• OMI ERÓ:- “a água que acalma”, termo a que se refere ao sumo (sangue) do caracol (igbi), ligado a OSALÁ;

• OMO:- criança;

• OMOLÚ:- o mesmo que OBALUWAIYÊ;

• OMORISÁ:- filho de santo;

• ONAN:- caminho;

• ONILÉ:- divindade que representa coletivamente os ancestrais, ligado a terra, literalmente “a dona da Terra”;

• OOKAN:- Um;

• OOKANLA:- 11;

• OPÁ:- vara; cetro; cajado;

• OPÁSORÔ:- cajado ritual feito de metal prateado, usualmente enfeitado com pequenos discos metálicos inseridos em diferentes alturas, dos quais pendem sininhos, moedas ou outros objetos, encimado por uma figura de um pombo. É insígnia de OSALÁ;

• OPE:- Dezembro;

• OPELÊ:- rosário divinatório de IFÁ;

• OPONIFÁ:- tábua de madeira usada nas adivinhações de IFÁ;

• OPOPO:- rua;

• ORE:- amigo;

• ORI:- Cabeça. O mesmo termo, com ligeira alteração na pronuncia Ioruba, dá nome a certo tipo de manteiga vegetal, associada a OSALÁ, também chamada “limo-da-costa”;

• ORIKI:- frase aglutinada, pequeno poema ou cantiga que serve de epíteto aos Orisás, a pessoas ou coisas, ressaltando suas qualidades míticas;

• ORISA:- Adquiriu; nome genérico dado a divindades associadas às forças da natureza que, entre outros atributos, perfilham os seres humanos, podendo tornar-se presentes através da possessão;

• ORISÁ FUNFUN:- grupo de Orisás ligados a OSALÁ e que tem como característica comum o uso ritual da cor branca em vestimentas, paramentos, insígnias, animais e alimentos;

• ORITA:- encruzilhada de Três caminhos, local predileto de ESÚ e das IYÁ MI = “Y”;

• ORÔ:- nome genérico dado as cerimônias rituais;

• OROBÔ:- fruto africano usado no culto aos Orisás como alimento, oferenda ou instrumento divinatório;

• ORUN:- espaço sobrenatural, além; céu;

• ORUNKÓ:- nome ritual de cada iniciado;

• ORUNMILÁ:- outro nome de IFÁ, divindade da sabedoria e adivinhação;

• OSALÁ:- Orisá considerado pai da criação, relacionado aos elementos água, ar e à cor branca. Simboliza o princípio masculino;

• OSÉ:- cerimônia na qual os assentamentos dos Orisás são periodicamente limpos, alimentados e cultuados;

• OSE DUDU:- Sabão da Costa;

• OSÊ:- machada dupla, insígnia de Sangô;

• ÒSÈ:- a semana;

• OSÓ:- (oxô;) Feiticeiro;

• OSOOSI:- Ele cuidou da gente; Orisá caçador, habitante das matas. É o patrono da Nação Nagô-Ketú;

• OSSAIN:- orisá patrono de toda vegetação, das folhas e seus derivados mágicos e medicinais;

• OSSUN:- espécie de pó vermelho, de origem vegetal empregado em certos rituais;

• OSÚ:- pequeno cone, de certa massa, posto na cabeça do noviço durante os ritos de iniciação;

• OSUMARÊ:- Orisá representado pelo arco-íris e tido como um grande adivinho é também representado pela serpente mítica;

• ÓSÙN:- Orisá das águas doces, patrona da gestação, associada à beleza e ao ouro;

• OTA:- inimigo;

• OTI:- bebida destilada;

• OWARA:- Outubro;

• OWEWE:- Setembro;

• OWO EYO:- búzio;

• OWO PUPÓ:- muito dinheiro;

• OWO:- dinheiro;

• OWO:- mão;

• OYÁ:- Orisá ligada aos raios e tempestades, à água e à floresta, segundo alguns mitos, transforma-se em búfalo, segundo outros, em borboleta. Certa qualidade de OYÁ é patrona dos espíritos ancestrais. Também conhecida co IYANSAN;

• OYÊ:- nome genérico dados aos títulos honoríficos concedidos aos fiéis;

P

• PA:- matar;

• PAÓ:- palmas ritmadas, que servem de saudação às divindades;

• PAKÒ:- escova de dente;

• PÁTÁ:- Cueca; Calcinha;

• PEJÍ:- altar, na tradição GEGE;

• PEPELÊ:- altar, na tradição Nagô-Ketú;

• PÈRÈGÚN:- Nativo, Pau d’água;

R

• RONKÓ:- termo usado na Tradição GÊGE, significa o mesmo que ILÊ AWÔ;

• RIN:- máq. de costura;

S

• SÁLÚ BÀTÀ:- Chinelo;

• SÀÁNU:- Piedade;

• SÁJÚ:- Respeito;

• SANGÔ:- Orisá do trovão, ancestral divinizado da dinastia dos ALAFIN, Reis da cidade Ioruba de OYÓ. É associado ao elemento fogo;

• SAORÔ:- guizo, usado preso às vestimentas de determinados Orisás e em especial preso no tornozelo dos noviços durante o período de iniciação;

• SAPANAN:- um dos nomes de OMOLÚ;

• SASARÁ:- Insígnia de OMOLÚ. Tipo de cone quase cilíndrico, com cerca de meio metro de comprimento, feito de nervuras de palmeiras atadas e enfeitadas com búzios, contas e tiras de couro;

• SE DADA NI?:- Como vai?

• SEGUI:- contas azuis que adornam os colares rituais de OSOGUIAN, feito de contas brancas. Diz-se que são os excrementos de OSUMARÊ;

• SEKERÊ:- instrumento de percussão composto por uma cabaça envolvida por uma teia de contas ou sementes;

• SÉRÉ:- Janeiro;

• SÉRÉ:- chocalho ritual de SANGÔ, empunhado apenas por dignitários do culto; cabaça com o pescoço comprido tipo de um chocalho, instrumento por excelência de SÀNGÓ;

• SIRÊ:- momento das cerimônias públicas em que se canta para todos os Orisás em seqüência. Literalmente, “festejo”;

• SÒKÒTÒ:- Calça;

• SUGBON:- mas;

• SUN:- dormir;

T

• TABILI:- mesa;

W

• WÀ:- estar;

• WAJÍ:- pó azul, extraído da anileira, usado entre outras finalidades, na pintura ritual dos iniciados;

• WÀRÀ:- Leite/Queijo

• WÈRÈ:- Louco

Y

• YAMMU:- gafanhoto

• YANMU-YANMU:- pernilongo;

• YEMOJA:- Orixá fem. Ligada ao mar, no Brasil. Seu nome vem da contração de “Iya – Omo – Ejá”, literalmente “a mãe dos filhos peixes”;

• YÓNÚ:- Satisfeito, Satisfação;

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